Crise dos vinte e poucos (ou muitos) anos. Crise da meia idade. Crise no casamento, crise por não casar. Crise com os filhos, crise por não ter filhos. Crise com a carreira profissional, crise porque não decola na carreira... Crises. Parecem cada vez mais comuns. Por que essa insatisfação generalizada? O cinema mostra. As artes plásticas são válvulas de escape para os mais talentosos. Tem música para ser a trilha sonora das nossas vidas incompletas. Nada que não possa ser traduzido em uma tarde sem graça de um domingo sem graça.
Mas o que tanto falta? Ou melhor, o que tanto se quer? Um amor que transcenda a vida, um sexo que te leve às nuvens, o carro do ano, a casa da revista, o corpo da modelo? A família perfeita? O emprego perfeito?
E o que é tudo isso? Será que foi a sociedade de consumo que nos transformou em seres eternamente insatisfeitos e solitários? Solitários por nossa própria insatisfatória escolha? Na qual ninguém nem nada é totalmente interessante, ou interessante o suficiente?
Quem disse que minha avó, por exemplo, não foi 100% feliz por ter apenas um único homem na vida dela, abdicado a tudo para criar a sua família e se dedicado a sua religião? Não lembro de ouvi-la reclamar que faltava emoção na sua vida, que queria aventura, que estava sempre insatisfeita com seu corpo (mesmo que pintasse mensalmente o cabelo para esconder os fios brancos).
Ainda acho que ela era feliz. Nunca fez terapia e certamente era muito melhor resolvida que a neta dela, que cansava semanalmente sua psicóloga, que viajou para esquecer a vida, que compra livros de sociologia moderna para entender sua geração e a si mesma, que escreve incansavelmente sobre os mesmos assuntos, que sofre pelas mesmas coisas e sempre da mesma maneira.
E torna a pergunta: o que falta? Saber o que não quer é fácil. O que não se quer é fácil responder. Mas um pouco simplista demais. Um pouco covarde demais. Um pouco pró-ativo de menos.
No fim das contas ela sabe bem o que ela quer.
E para isso, ela atravessa os mares, ela aprende uma nova língua, ela desiste da sua profissão. Ela larga sua família, ela esquece dos amigos. Ela faria uma loucura. Porque acredita que um dia tudo isso poderá completá-la.
Mas ela não faz loucuras. Ela só sonha.
domingo, 18 de outubro de 2009
I can’t get no satisfaction
sábado, 19 de setembro de 2009
España
Eu estava devendo um texto aqui para contar das minhas férias.
Só que até agora eu não sei exatamente o que dizer. Não queria que fosse um texto pedante cheios de “aqui é assim, o museu x é isso, o parque y é aquilo”. E muito menos fazer um texto para dizer o quanto ‘a galera é muito lôca, e ficou todo mundo muito lôco, e que a balada é iraaaada e que as viagens são da hora...’ Minha cara, aliás. Tudo isso (museus fantásticos e baladas “iradas”) realmente aconteceu. O problema é que falar só isso é muito pouco para um texto meu, que adora uma reflexão.
Acho que Salamanca foi uma síntese de mim. Estranho explicar. Foi a melhor viagem da minha vida, ao mesmo tempo que me valeu como uma espécie de terapia intensiva ao estilo “conhecendo o seu próprio eu”. Mas não vou ‘psicologizar’ por aqui não. Fiquem tranqüilos.
Bom, vou tentar do começo.
Para quem não sabe, Salamanca é uma cidade de 160 mil habitantes, conhecida por ter a 3ª universidade mais antiga do mundo e por isso abriga estudantes do mundo todo. Logo, o que podemos concluir é que é uma cidade barata para viver e com muita atividade noturna. E barata! Aliás, mais do que aqui. O esquema das baladas de Salamanca é que na maioria dos lugares você não paga para entrar, então o barato é sair com toda a galera, beber uma coisa em cada lugar e ir escolhendo os lugares assim. Quando você está com uma turma grande, de 10, 15 pessoas, a maior diversão mesmo é andar ‘borracho por las calles’ entre uma balada e outra...
Comer na Espanha é um pouco difícil. Lugares baratos não são muito bons. Em Portugal qualquer buraquinho tem uma cozinha ótima, mas Espanha ficou mais parecida com Londres do que Portugal... Vai entender...
Madri é bem bonita, mas não tem tanto charme. Nos perdemos em um bairro gay, e isso foi divertido, e eles se aproveitaram de um lugar bem bacana, apesar das prostitutas (provavelmente brasileiras).
OBS: isso eu preciso muito deixar registrado: meu medo insano de não passar na imigração e me mandarem de volta foi tanto que Deus mandou um policial tão incompetente para me atender que ele nem sequer me perguntou nada. Juro: NADA. Pegou o papel de imigração, carimbou meu passaporte y adiós!
Barcelona, Granada e Sevilla, além de Salamanca e Madri. Foram essas as cidades que consegui visitar. Passei de carro por Ávila, mas não parei, mas deu pra ter uma boa idéia da cidade, sem vivê-la, entretanto.
A minha favorita ainda é Salamanca, foi minha casa né, na melhor viagem da minha vida, ela sempre vai ter um lugar especial. Mas se eu pudesse indicar um lugar na Espanha, falaria Sevilla. Barcelona é tudo, mas já é rota obrigatória. Sevilla não. Mas vale muitíssimo a viagem. Por Madri o trem custa 70 euros, mas se for esperto pode pagar até a metade. E a cidade é lindinha demais. Fiquei com uma visão um pouco romântica demais, devido a circunstâncias pessoais que não preciso comentar (auto explicativo), mas ainda assim, é linda demais. (não dou mais detalhes, o que vale mesmo é conhecer).
Barcelona, a tão ansiada Barcelona, sofreu uma injustiça minha. Visões distorcidas e coração fechado me prenderam nos primeiros instantes. Além de um cansaço tremendo. Mas “no pasa nada”, fica a sensação e a desculpa de que preciso voltar lá.
De tudo, posso concluir (eu nunca sei concluir textos. O bom é que sou jornalista da época do lead, e de textos que ninguém lê até o final...) que um mês é pouco, muito pouco, mas a experiência foi fenomenal.
Eu ainda teria muita coisa para contar: detalhes dos lugares, a escola, os amigos, o dia a dia, o clima das cidades, o transporte público, programas de TV, lugares para compras, as tapas, as cañas, as famosas e sempre presentes Plazas Mayores, os perritos, as músicas “las cuarenta principales”, os porres, os novos vícios, os novos amigos, os causos, os casos, museus, parques, praças, prédios, moda, pessoas, imigrantes, migrantes, cultura, literatura, comidas congeladas, restaurantes, chupitos, diablo verde, piscinas públicas, hostels, ruas, aulas, chineses, indianos, praias, campos, touros, touradas, rios, mares, montanhas, planícies, costumes, os subjuntivos todos, a minha casa, o meu quarto, meu flat mate que nunca foi abraçado na vida (até meu sangue latino o fazer), o brigadeiro sem graça, a caipirinha caprichada, amigos que vem e amigos que vão, todas as baladas, road trips, a siesta...
Acho que um mês não foi tão pouco assim. Como dizíamos, Salamanca tem outro tempo. Uma semana é o equivalente a um ano, logo que um dia equivale a uns 3 meses. E realmente, a cada dia, parecia que tudo mudava. E a única rotina eram as mudanças.
Só que até agora eu não sei exatamente o que dizer. Não queria que fosse um texto pedante cheios de “aqui é assim, o museu x é isso, o parque y é aquilo”. E muito menos fazer um texto para dizer o quanto ‘a galera é muito lôca, e ficou todo mundo muito lôco, e que a balada é iraaaada e que as viagens são da hora...’ Minha cara, aliás. Tudo isso (museus fantásticos e baladas “iradas”) realmente aconteceu. O problema é que falar só isso é muito pouco para um texto meu, que adora uma reflexão.
Acho que Salamanca foi uma síntese de mim. Estranho explicar. Foi a melhor viagem da minha vida, ao mesmo tempo que me valeu como uma espécie de terapia intensiva ao estilo “conhecendo o seu próprio eu”. Mas não vou ‘psicologizar’ por aqui não. Fiquem tranqüilos.
Bom, vou tentar do começo.
Para quem não sabe, Salamanca é uma cidade de 160 mil habitantes, conhecida por ter a 3ª universidade mais antiga do mundo e por isso abriga estudantes do mundo todo. Logo, o que podemos concluir é que é uma cidade barata para viver e com muita atividade noturna. E barata! Aliás, mais do que aqui. O esquema das baladas de Salamanca é que na maioria dos lugares você não paga para entrar, então o barato é sair com toda a galera, beber uma coisa em cada lugar e ir escolhendo os lugares assim. Quando você está com uma turma grande, de 10, 15 pessoas, a maior diversão mesmo é andar ‘borracho por las calles’ entre uma balada e outra...
Comer na Espanha é um pouco difícil. Lugares baratos não são muito bons. Em Portugal qualquer buraquinho tem uma cozinha ótima, mas Espanha ficou mais parecida com Londres do que Portugal... Vai entender...
Madri é bem bonita, mas não tem tanto charme. Nos perdemos em um bairro gay, e isso foi divertido, e eles se aproveitaram de um lugar bem bacana, apesar das prostitutas (provavelmente brasileiras).
OBS: isso eu preciso muito deixar registrado: meu medo insano de não passar na imigração e me mandarem de volta foi tanto que Deus mandou um policial tão incompetente para me atender que ele nem sequer me perguntou nada. Juro: NADA. Pegou o papel de imigração, carimbou meu passaporte y adiós!
Barcelona, Granada e Sevilla, além de Salamanca e Madri. Foram essas as cidades que consegui visitar. Passei de carro por Ávila, mas não parei, mas deu pra ter uma boa idéia da cidade, sem vivê-la, entretanto.
A minha favorita ainda é Salamanca, foi minha casa né, na melhor viagem da minha vida, ela sempre vai ter um lugar especial. Mas se eu pudesse indicar um lugar na Espanha, falaria Sevilla. Barcelona é tudo, mas já é rota obrigatória. Sevilla não. Mas vale muitíssimo a viagem. Por Madri o trem custa 70 euros, mas se for esperto pode pagar até a metade. E a cidade é lindinha demais. Fiquei com uma visão um pouco romântica demais, devido a circunstâncias pessoais que não preciso comentar (auto explicativo), mas ainda assim, é linda demais. (não dou mais detalhes, o que vale mesmo é conhecer).
Barcelona, a tão ansiada Barcelona, sofreu uma injustiça minha. Visões distorcidas e coração fechado me prenderam nos primeiros instantes. Além de um cansaço tremendo. Mas “no pasa nada”, fica a sensação e a desculpa de que preciso voltar lá.
De tudo, posso concluir (eu nunca sei concluir textos. O bom é que sou jornalista da época do lead, e de textos que ninguém lê até o final...) que um mês é pouco, muito pouco, mas a experiência foi fenomenal.
Eu ainda teria muita coisa para contar: detalhes dos lugares, a escola, os amigos, o dia a dia, o clima das cidades, o transporte público, programas de TV, lugares para compras, as tapas, as cañas, as famosas e sempre presentes Plazas Mayores, os perritos, as músicas “las cuarenta principales”, os porres, os novos vícios, os novos amigos, os causos, os casos, museus, parques, praças, prédios, moda, pessoas, imigrantes, migrantes, cultura, literatura, comidas congeladas, restaurantes, chupitos, diablo verde, piscinas públicas, hostels, ruas, aulas, chineses, indianos, praias, campos, touros, touradas, rios, mares, montanhas, planícies, costumes, os subjuntivos todos, a minha casa, o meu quarto, meu flat mate que nunca foi abraçado na vida (até meu sangue latino o fazer), o brigadeiro sem graça, a caipirinha caprichada, amigos que vem e amigos que vão, todas as baladas, road trips, a siesta...
Acho que um mês não foi tão pouco assim. Como dizíamos, Salamanca tem outro tempo. Uma semana é o equivalente a um ano, logo que um dia equivale a uns 3 meses. E realmente, a cada dia, parecia que tudo mudava. E a única rotina eram as mudanças.
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Nojo...
Meu primeiro emprego era no centro da cidade. Todo dia, ida e volta, eu atravessava todo o viaduto do chá e a Xavier de Toledo. Todo dia eu via trombadinhas roubando celulares e todo dia a polícia metropolitana destruía os produtos que os camelôs tentam vender para ganhar a vida.
Já vi um cara que pulou da janela do 2º andar de um prédio para fugir polícia caminhando ensangüentando e calmamente pela Consolação. Mas capinhas de celular, fones de ouvido, canetas e calculadoras diariamente viravam sucata na mão de ‘autoridades’ que precisam fazer uma ‘fiscalização’ pesada. Não concordo nem em gênero, nem número, nem grau. Não sou a favor da pirataria, do contrabando. Mas são pessoas que arrumaram uma oportunidade que não é – ainda – virar assaltante, seqüestrador.
Hoje presenciei mais um confronto entre camelô e polícia. Há mais de 200 metros do estádio do Pacaembu, em um horário em que o jogo Palmeiras e Corinthians estava prestes a começar, vejo três vendedores de ÁGUA correndo e tentando, em vão, fugir da Kombi velha com policiais que acreditam que fazem um super serviço de confiscar meia dúzia de garrafas de água e latas de refrigerante e cerveja (acho que bebida alcoólica não deveria ser vendida nem perto de estádios em dias de jogo, mas isso é assunto para outro dia).
A minha vontade hoje foi gritar para os policiais hoje “bem feito”. Me controlei. Me atacou a gastrite. O camelô, que não conseguiu fugir a tempo quando viu a kombi parando ao seu lado, arremessou aquele enorme isopor para frente, derrubando todas as latas e garrafas em cima dos policiais, fazendo uma grande bagunça na calçada, e atrapalhando o trânsito. É só o que a dignidade dele pode fazer, momentos antes de responder quase como um criminoso e perdendo a mercadoria que lhe tirará pelo menos 10% do faturamento do mês.
E eu nunca vi um trombadinha ser preso, um celular ser resgatado e duvido muito que o rapaz ensanguentado que pulou a janela tenha sido pego.
Já vi um cara que pulou da janela do 2º andar de um prédio para fugir polícia caminhando ensangüentando e calmamente pela Consolação. Mas capinhas de celular, fones de ouvido, canetas e calculadoras diariamente viravam sucata na mão de ‘autoridades’ que precisam fazer uma ‘fiscalização’ pesada. Não concordo nem em gênero, nem número, nem grau. Não sou a favor da pirataria, do contrabando. Mas são pessoas que arrumaram uma oportunidade que não é – ainda – virar assaltante, seqüestrador.
Hoje presenciei mais um confronto entre camelô e polícia. Há mais de 200 metros do estádio do Pacaembu, em um horário em que o jogo Palmeiras e Corinthians estava prestes a começar, vejo três vendedores de ÁGUA correndo e tentando, em vão, fugir da Kombi velha com policiais que acreditam que fazem um super serviço de confiscar meia dúzia de garrafas de água e latas de refrigerante e cerveja (acho que bebida alcoólica não deveria ser vendida nem perto de estádios em dias de jogo, mas isso é assunto para outro dia).
A minha vontade hoje foi gritar para os policiais hoje “bem feito”. Me controlei. Me atacou a gastrite. O camelô, que não conseguiu fugir a tempo quando viu a kombi parando ao seu lado, arremessou aquele enorme isopor para frente, derrubando todas as latas e garrafas em cima dos policiais, fazendo uma grande bagunça na calçada, e atrapalhando o trânsito. É só o que a dignidade dele pode fazer, momentos antes de responder quase como um criminoso e perdendo a mercadoria que lhe tirará pelo menos 10% do faturamento do mês.
E eu nunca vi um trombadinha ser preso, um celular ser resgatado e duvido muito que o rapaz ensanguentado que pulou a janela tenha sido pego.
domingo, 28 de junho de 2009
Treinta y cuatro
Oficial e próximo. Em pouco mais de 30 dias saio de São Paulo rumo à Salamanca e só volto no final de agosto.
Pouco tempo? É o que tive. Férias do trabalho, para não ter que desistir da vida daqui. Pelo menos não agora.
Já com passagem, passaporte e confirmação do curso na mão, próximos passos: parar de gastar dinheiro, convencer a operadora do cartão de crédito a aumentar o limite, fazer a mala e os planos. Decidir o que fazer com o celular, imprimir fotos para não morrer tanto de saudades (não importa que seja só um mês), reservar albergue para não dormir no banco da praça nos últimos dias.
Já tenho meias novas, shampoo, desodorante e cotonete. Falta alguma coisa?!
Pouco tempo? É o que tive. Férias do trabalho, para não ter que desistir da vida daqui. Pelo menos não agora.
Já com passagem, passaporte e confirmação do curso na mão, próximos passos: parar de gastar dinheiro, convencer a operadora do cartão de crédito a aumentar o limite, fazer a mala e os planos. Decidir o que fazer com o celular, imprimir fotos para não morrer tanto de saudades (não importa que seja só um mês), reservar albergue para não dormir no banco da praça nos últimos dias.
Já tenho meias novas, shampoo, desodorante e cotonete. Falta alguma coisa?!
sexta-feira, 22 de maio de 2009
I'm sorry
Eu posso pensar que eu não preciso. Eu posso tentar acreditar que não me faz falta. Eu posso até sonhar que tem solução. Mas a grande verdade é que eu preciso, me faz falta, não tem solução e a culpa é toda minha, mesmo que ingenuamente.
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Geografia interior
"Para mim, permanecer em silêncio por dez dias era a parte mais confortável do roteiro. Sou tímida. Olho muito mais do que falo. Sou ranzinza a ponto de achar que há excesso de ruídos no mundo, muita gente falando o tempo todo, dizendo quase nada, não escutando sequer a si mesma. "
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Livros que falam por mim
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Mais conflitos no páreo
A disputa deu uma esvaziada, é verdade.
Principalmente porque competidores antigos, que não chegaram nem ao final da corrida, foram desclassificados. Empenho e pró-atividade são requisitos obrigatórios.
Os organizadores concluíram que deveriam devolver o prêmio ao Pangaré, vencedor da disputa anterior, depois de solicitado. Mas, quando da decisão, já era tarde demais. O competidor se inscrevera em outra corrida. Este é outro requisito imprescindível: exclusividade.
A grande novidade é que novas raças, que antes não podiam participar, foram liberadas. Efeitos da crise... Deve-se abrir concessões para não perder mercado... Apesar disso, novas exigências foram impostas, para manter a qualidade e não decepcionar os investidores.
Principalmente porque competidores antigos, que não chegaram nem ao final da corrida, foram desclassificados. Empenho e pró-atividade são requisitos obrigatórios.
Os organizadores concluíram que deveriam devolver o prêmio ao Pangaré, vencedor da disputa anterior, depois de solicitado. Mas, quando da decisão, já era tarde demais. O competidor se inscrevera em outra corrida. Este é outro requisito imprescindível: exclusividade.
A grande novidade é que novas raças, que antes não podiam participar, foram liberadas. Efeitos da crise... Deve-se abrir concessões para não perder mercado... Apesar disso, novas exigências foram impostas, para manter a qualidade e não decepcionar os investidores.
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No jóquei
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Eu escrevo em terceira pessoa. Sim, meio pelé.
Eu vou nos pormenores, eu quero que você me leia nas entrelinhas.
E se eu saio desse espaço seguro da subjetividade, você me acha maluca.
Eu falo um pouco, bem pouco, do que eu penso. E eu te assusto.
Por isso me mantenho nas entrelinhas.
Eu vou nos pormenores, eu quero que você me leia nas entrelinhas.
E se eu saio desse espaço seguro da subjetividade, você me acha maluca.
Eu falo um pouco, bem pouco, do que eu penso. E eu te assusto.
Por isso me mantenho nas entrelinhas.
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Confábulo em primeira pessoa
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Lição de vida
Para ver se as pessoas aprender a julgar menos os outros por aparência, classe social ou o pior, simplesmente porque é uma pessoa simples, sem arrogância...
http://www.youtube.com/watch?v=j15caPf1FRk
http://www.youtube.com/watch?v=j15caPf1FRk
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Léo Jaime fala por mim
Quando a gente conversa
Contando casos besteiras
Tanta coisa em comum
Deixando escapar segredos
E eu não sei em que hora dizer
Me dá um medo
Eu preciso dizer que te amo
Te ganhar ou perder sem engano
Eu preciso dizer que te amo
E até o tempo passa arrastado
Só pra eu ficar ao teu lado
Você me chora a dores de outro amor
Se abre e acaba comigo
Nessa novela eu não quero ser
O teu amigo
E que eu preciso dizer que te amo
Te ganhar ou perder sem engano
Eu preciso dizer que te amo
Tanto,
E até o tempo passa arrastado
Só pra eu ficar ao teu lado
Você me chora a dores de outro amor
Se abre e acaba comigo
Nessa novela eu não quero ser
O teu amigo(Que amigo)
E que eu preciso dizer que te amo
Te ganhar ou perder sem engano
Eu preciso dizer que te amo
Tanto,
Tanto
E que eu preciso dizer que te amo
Te ganhar ou perder
E que eu preciso dizer que te amo
Te ganhar ou perder sem engano
Eu preciso dizer que te amo
Tanto,Tanto,Tanto,Tanto,Tanto.
Contando casos besteiras
Tanta coisa em comum
Deixando escapar segredos
E eu não sei em que hora dizer
Me dá um medo
Eu preciso dizer que te amo
Te ganhar ou perder sem engano
Eu preciso dizer que te amo
E até o tempo passa arrastado
Só pra eu ficar ao teu lado
Você me chora a dores de outro amor
Se abre e acaba comigo
Nessa novela eu não quero ser
O teu amigo
E que eu preciso dizer que te amo
Te ganhar ou perder sem engano
Eu preciso dizer que te amo
Tanto,
E até o tempo passa arrastado
Só pra eu ficar ao teu lado
Você me chora a dores de outro amor
Se abre e acaba comigo
Nessa novela eu não quero ser
O teu amigo(Que amigo)
E que eu preciso dizer que te amo
Te ganhar ou perder sem engano
Eu preciso dizer que te amo
Tanto,
Tanto
E que eu preciso dizer que te amo
Te ganhar ou perder
E que eu preciso dizer que te amo
Te ganhar ou perder sem engano
Eu preciso dizer que te amo
Tanto,Tanto,Tanto,Tanto,Tanto.
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